NÃO DIZER NADA

mas mostrar. Coreografar os mínimos movimentos cotidianos, arquitetar todos os planos em espaços milimetricamente simétricos, ou quando não, ao menos demarcá-los muito bem, para que neles as cores falem por si mesmas, que os olhares cúmplices digam tanto quanto as velhas canções. Mostrar que as coisas não são naturais. "O que resta do tempo" tem … Continue lendo NÃO DIZER NADA